segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Memoir

Me lembro quando criança, gostava de passear pela noite revirando o lixo procurando várias coisas estranhas. Não do tipo comida velha ou garrafas, mais objetos que as pessoas jogavam fora. Objetos que já tiveram um tipo de valor pra alguém, mais viraram lixo após brigas ou coisas do tipo.
Hoje já não tenho a mesma mania peculiar, acredito que com próprios problemas não consigo concentrar em tal simplicidade.
Não conto pra ninguém, nem quero.
Com o passado não se luta, logo percebe que ele sempre ganha.


Uma viagem pelo céu foi única. Vi as cidades, vi os predios, as pessoas, etc.
Andei pela atmosfera.. Com cuidado pra não cair.
Anos se passaram e cansado de viver com tanta cautela cai.
O impacto foi tão forte que posso jurar que até hoje sinto.
No mundo mortal encontrei o amor, que no tempo mal sabia iria me perseguir pro resto das minhas vidas.
Com a dor não se luta, fique quieto que passa logo.


Um garoto tímido com uma personalidade bem easy.
Vai, me fala que eu sou assim.
Estou cansado de achar que é verdade, meu subconsciente morre de rir toda vez que eu faço isso.
Com tempo você descobre que as pessoas não são como eram na adolescencia, curiosas.
Com o tempo elas não querem mais saber do seu passado, das coisas que fez ou deixou de fazer.
E com o tempo não se luta, é logo de cara uma guerra que você vai perder.

2 comentários:

Lunática* disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Daniele disse...

'quem diria que um dia encontraria minha cabra mafalda?
Ela tinha óleo saindo da boca, encontraria seu amor eterno quando gritou "JESUS!"
e correu, correu tanto.
Me disse que tinha que pegar um trêm pra terra do absoluto, aonde nada existia.
Eu fui pra casa e dei um tapa na orelha da minha mulher e falei "te amo hoje, amanhã quero bolo com leite".'

Muito bom!
haha